crm/go · rqe 17351 · psiquiatria clínica · adulto

cuidado que compreende antes de prescrever.

localização
goiânia · go
modalidades
presencial e teleconsulta
público
adultos · 18+
Dra. Isabelle Franco Melazzo
dra. isabelle franco melazzo crm/go · rqe 17351
sobre
dra. isabelle melazzo crm/go · rqe 17351

uma psiquiatra para quem
passou por consultas curtas
e diagnósticos apressados.

Atendo adultos que chegam cansados de receber receitas sem investigação, diagnósticos prontos em quinze minutos e tratamentos que não consideram contexto, história ou continuidade.

Minha prática reúne formação em psiquiatria, atuação em hospital público, consultório particular e convênio. Trabalho com diagnóstico diferencial, plano terapêutico construído com o paciente e seguimento longitudinal — o que, na prática, significa retornos pontuais, ajustes responsáveis e uma escuta que não termina na prescrição.

Acredito em uma psiquiatria que une ciência e escuta. Que reconhece que sintomas parecidos podem ter causas diferentes em pessoas diferentes. E que melhorar não é apenas deixar de sentir dor: é recuperar presença, autonomia, rotina e vida possível.

01
formação médica graduação em medicina, residência em psiquiatria com atuação em hospital público e ambulatório especializado.
02
atuação clínica consultório particular, convênios selecionados e teleconsulta. Pacientes adultos a partir de 18 anos.
03
áreas de cuidado transtornos do humor, ansiedade, TDAH adulto, insônia, sofrimento crônico e revisão de tratamento medicamentoso.
04
estudo contínuo atualização baseada em evidências, supervisão de pares e participação em grupos de estudo clínico.
como conduzo o cuidado

um processo clínico,
não um pacote pronto.

Cada paciente recebe avaliação cuidadosa, plano terapêutico individualizado e acompanhamento contínuo. Tratamento psiquiátrico não é um ato isolado — é construção.

escuta inicial

A primeira consulta é longa. Entender o que está acontecendo, com quem está acontecendo e em que contexto. Sem pressa, sem fórmula pronta.

hipótese diagnóstica

Diagnóstico não é rótulo. É uma construção clínica que organiza o tratamento. Investigação diferencial cuidadosa antes de qualquer conduta.

plano terapêutico

Construído com o paciente. Pode envolver medicação, psicoterapia, mudanças de rotina e articulação com outros profissionais — sempre com clareza sobre o porquê.

seguimento

Retornos pontuais para observar resposta, ajustar conduta e sustentar continuidade. A psiquiatria séria se faz no segundo ano de acompanhamento, não na primeira consulta.

atendimento

três formatos de cuidado,
um mesmo compromisso.

Modalidades pensadas para diferentes momentos clínicos. Em todos, a estrutura é a mesma: avaliação criteriosa, escuta individualizada e seguimento responsável.

01

avaliação
psiquiátrica

Primeira consulta para investigação diagnóstica, organização da história clínica e construção de hipótese terapêutica.

duração60 a 120 minutos
modalidadepresencial ou online
02

acompanhamento
longitudinal

Retornos para acompanhar evolução, ajustar conduta e sustentar o tratamento. Pacientes em seguimento contínuo.

duração30 a 50 minutos
frequênciaconforme plano clínico
03

revisão de
tratamento

Para quem usa medicação psiquiátrica há tempo sem reavaliação adequada. Análise crítica de prescrições, ajustes responsáveis e plano de continuidade.

duração60 a 90 minutos
indicaçãouso prolongado, polifarmácia
por que esse cuidado importa

o brasil medica
mais do que cuida.

Os dados da psiquiatria brasileira contam uma história desconfortável — e dão a medida exata do trabalho que precisa ser feito com seriedade clínica.

0
psiquiatras por 100 mil habitantes

3ª menor taxa entre os 41 países da OCDE. A média da OCDE é 17,83. O acesso à psiquiatria no Brasil é, estruturalmente, escasso.

demografia médica no brasil · 2025
0%
usam medicação psiquiátrica há mais de um ano

A maior parte dos usuários crônicos não passa por reavaliação adequada. Revisão de tratamento é demanda real e subnotificada.

índice cactus–atlas de saúde mental
0%
consultaram psicólogo ou psiquiatra no último ano

Mas só 5,1% mantêm tratamento regular. O gargalo da saúde mental brasileira não é entrada — é continuidade.

índice cactus–atlas de saúde mental
0%
aumento no uso de antidepressivos em adultos (2024–2025)

Crescimento de dois dígitos ao ano em uma população cada vez mais medicada — mas nem sempre tratada com critério.

funcional health tech

"O dado mais importante não está nas tabelas: a maior parte do que poderia melhorar a saúde mental no Brasil hoje não é mais prescrição — é mais tempo, mais escuta, mais continuidade e mais coragem clínica para revisar o que já foi feito."

o que costumo escutar no consultório

queixas comuns,
cuidado individual.

As perguntas abaixo aparecem com frequência. As respostas, na clínica, dependem da história de cada pessoa.

Desatenção pode aparecer em quadros ansiosos, depressivos, em privação de sono e em sobrecarga crônica — e também no TDAH. O diagnóstico não deve servir para encaixar a pessoa em uma categoria, mas para orientar melhor o cuidado.
A pergunta é legítima e deve ser conversada caso a caso. Antidepressivos não causam dependência no sentido clássico; benzodiazepínicos exigem critério. Toda prescrição responsável discute como começa, como segue e como termina.
Tratamento psiquiátrico é construção. Resposta inicial pode demorar, ajuste de dose e troca de classe são parte do processo. Avaliar honestamente o que mudou e o que não mudou é mais útil do que abandonar cedo.
Sofrimento psíquico não precisa ser extremo para ser legítimo. Se está comprometendo sono, trabalho, vínculos ou rotina, merece ser olhado com seriedade — independentemente do que parece "do lado de fora".
A retirada de medicação faz parte do plano terapêutico desde o início. Não se interrompe sozinho, não se interrompe cedo demais e não se interrompe sem reavaliação. A pergunta certa não é se, mas quando e como.
Polifarmácia psiquiátrica é mais comum do que se discute. Revisar a coerência das combinações, retirar o que não tem mais função e ajustar o que ficou desatualizado é parte importante do trabalho.

"diagnóstico não é rótulo. é uma hipótese clínica que precisa organizar o cuidado, não reduzir uma pessoa."

— da prática clínica

manifesto

Acredito em uma psiquiatria que não reduz pessoas a sintomas. Que escuta a história, compreende o contexto e usa a ciência como ferramenta de cuidado. Que medicação pode ser necessária, mas nunca substitui a compreensão do sujeito. Que melhorar não é apenas deixar de sentir dor — é recuperar presença, autonomia e vida possível.

— dra. isabelle franco melazzo
em consultório
Dra. Isabelle Franco Melazzo
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resposta em até 1 dia útil.
consultório
ed. walk bueno & lifestyle
14º andar · sala 1406 · setor bueno · goiânia, go
endereço completo enviado após confirmação do agendamento.
instagram
@isabellemelazzopsiquiatra
conteúdo clínico, sem promessas de cura, sem fórmulas prontas.
em situação de urgência

Se a situação for urgente e não puder esperar pelo meu retorno, é importante buscar atendimento presencial. Seguem as referências que costumo indicar:

em goiânia
  • Wassily Chuc atendimento pelo SUS
  • Casa de Eurípedes particular e planos de saúde
  • Pronto-socorro Unimed para beneficiários Unimed
em outras cidades
  • Pronto-socorro do hospital mais próximo
  • CVV · 188 centro de valorização da vida — 24h, gratuito, sigiloso
192
SAMU em risco imediato à vida — ligue 192 ou vá ao pronto-socorro mais próximo sem esperar.

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